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Alterações da Web

Aqui é onde anunciaremos as mais recentes adições ao nosso site da Web. Se tiver nos visitado antes e quiser saber quais são as novidades, entre aqui primeiro.

Câmeras-robô irão ajudar na prevenção do crime
Da redação
22/04/2002

CFTV, ou Circuito Fechado de Televisão é uma sigla largamente conhecida de todos os que cuidam de algum aspecto de segurança pessoal ou patrimonial. Mas o processo depende de um observador humano para verificar o que está ocorrendo, ou então, servirá apenas para indicar o autor de um delito depois que o crime já tiver ocorrido.

O objetivo dos pesquisadores da Kingston University, de Londres (Inglaterra), é criar um robô que dispense a presença do ser humano, pelo menos na fase de detecção, emitindo alertas quando atitudes suspeitas forem detectadas, ou seja, antes que o crime ocorra. A equipe espera ser capaz de emitir alertas tanto para situações de um assalto a uma senhora idosa quanto para uma tentativa de se colocar uma bomba em um aeroporto.

O sistema trabalha com base em um programa de computador capaz de comparar as imagens tomadas por um CFTV, com padrões já gravados em sua memória. O programa, chamado Cromatica, poderá então predizer o que poderá acontecer a seguir. Caso o acontecimento previsto seja enquadrado como um crime, o sistema emitirá um alarme para os seguranças humanos. Até mesmo atitudes suicidas estão sendo catalogadas.

A pesquisa está sendo conduzida pelo Dr. Sergio Velastin, e seu objetivo principal é aumentar a segurança no transporte coletivo de Londres. Segundo o Dr. Velastin, a principal falha de um CFTV é justamente depender de um observador humano, que pode se desconcentrar depois de longos períodos onde nada de extraordinário acontece.

Robô quer substituir câmeras de vigilância
Da redação
09/03/2006

Robô quer substituir câmeras de vigilância

A empresa japonesa Hitachi anunciou o lançamento de um pequeno robô desenvolvido para vigilância. Portando uma câmera móvel, ele consegue fazer imagens de uma residência ou área comercial de forma mais flexível do que os circuitos convencionais de CFTV.

O robô é dotado de sensores que permitem com que ele ande pelo ambiente desviando-se de obstáculos e fazendo imagens, tanto de um trajeto definido como de uma área aleatória. Ele também detecta movimentos, passando a fazer imagens da área suspeita.

Além do movimento do próprio robô, a câmera é móvel, dando ainda mais flexibilidade à captura de imagens, que tanto podem ser gravadas na memória do próprio robô, como ser transmitidas para uma central tradicional de gravação.

A empresa não divulgou dados sobre a comercialização do novo robô de vigilância.

 

São Paulo

De janeiro a novembro de 2005, as 765 câmeras de CFTV (Circuito Fechado de TV) instaladas em 83 estações da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) registraram a imagem de 69 roubos a estações e três tentativas, que culminaram na detenção de 14 pessoas. Também revelaram a ação de clonadores de bilhetes, resultando na prisão de 31 fraudadores. Além disso, ajudaram a detectar outros episódios, como pessoas que tentaram o suicídio ou praticaram evasão de renda.

Tecnologia

Chineses comprovam viabilidade de micro-gerador de energia
 

Micro-gerador de eletricidade

  Em tempos de miniaturização, por que não "zipar" uma usina geradora de eletricidade inteira, construindo-a em alguns poucos centímetros quadrados? O conceito original foi lançado por pesquisadores norte-americanos há vários anos, mas foram os chineses que conseguiram demonstrá-la pela primeira vez. Não se trata de uma curiosidade técnica.  Com a diminuição das dimensões dos equipamentos, são inúmeras as aplicações que poderão ser viabilizadas por uma unidade geradora de energia que, ao invés das caras e pouco duráveis baterias, possa ser abastecida com hidrogênio, álcool ou biodiesel.   Além de um custo de manutenção menor, micro-geradores poderão fornecer energia duradoura para trabalhadores de campo, sensores remotos, micro-aviões e até sistemas microeletromecânicos - os promissores MEMS. Mas construí-los não é tão simples assim.  Para que uma usina de geração de eletricidade ocupe apenas alguns centímetros, seus componentes não podem passar dos micrômetros.  Agora, cientistas do Instituto Guangzhou, China, conseguiram levar adiante o conceito e apresentaram sua primeira micro-usina.  A minúscula unidade geradora tem todos os componentes de um gerador de grande porte, apenas com os componentes possuindo o prefixo micro: um micro-combustor, uma micro-turbina, um micro-gerador e um micro-sistema de transmissão de energia. A micro-usina utiliza hidrogênio como combustível. O conjunto todo tem 3,5 centímetros de diâmetro e 7 centímetros de comprimento, funcionando numa velocidade de 20.000 rotações por minuto, várias vezes mais rápido do que as usinas de grande porte.  A micro-usina produz 1 watt de energia, suficiente para alimentar alguns LEDs. Segundo o coordenador da pesquisa, XU Jinliang, o maior desafio para a construção do protótipo foi a exigência de uma grande colaboração interdisciplinar, já que foi necessário coordenar esforços de pesquisadores nas áreas de novos materiais, termo-física e micro-sistemas.

Brasil tem o céu mais azul do mundo
redação
07/08/2006

Brasil tem o céu mais azul do mundo

Financiada por uma agência de viagens, a pesquisadora Anya Hohnbaum gastou 72 dias em uma jornada por 20 países, procurando pelo céu mais azul do mundo. E o vencedor foi: Rio de Janeiro, Brasil, agora cientificamente reconhecido como tendo o céu mais azul do mundo. A pesquisadora utilizou um espectrômetro portátil, projetado por cientistas do Laboratório Nacional de Física da Inglaterra. Em cada lugar pesquisado, o aparelho foi apontado para o céu exatamente às 10 horas da manhã, horário local, e na mesma posição com relação ao Sol. O aparelho era recalibrado antes de cada medição. Encontrar o lugar que tenha o céu mais azul do mundo pode parecer interessante do ponto de vista de uma agência de viagens, que passa a ter um argumento a mais para vendas. Mas o assunto é também de grande interesse dos cientistas. A colorimetria - a ciência que estuda as cores - tem uma ampla variedade de aplicações, desde a análise de imagens de satélite até a avaliação de bebidas, como o vinho e a cerveja. Em segundo lugar em termos de céu azul, está a Baía das Ilhas, na Nova Zelândia e, em terceiro, a Pedra Ayers, na Austrália. No outro extremo, com o céu mais cinza do mundo, está Cornwall, na Inglaterra. No site da pesquisa (veja link abaixo, no quadro Para navegar, é possível ver uma imagem comparativa entre os céus dos diversos locais pesquisados.


Eletrônica

Cientistas criam nariz ótico, capaz de "ver" os cheiros
Agostinho Rosa
23/11/2004

A palavra cheiro sempre suscita associações agradáveis: um perfume, uma flor, um prato cuidadosamente preparado. Mas existem também aquelas fragrâncias que não são agradáveis ao nosso olfato. Melhor seria se não necessitássemos sentir, mas também estamos cercados por odores mau cheirosos. Nem sempre se trata apenas de desconforto. Na indústria, por exemplo, o cheiro de um gás tóxico pode representar perigo de morte. Trabalhadores de minas subterrâneas sempre levaram consigo canários, para que o olfato mais apurado dos pobres passarinhos lhes servissem de alerta para perigos iminentes. Felizmente, o desenvolvimento da tecnologia dos sensores tem facilitado a vida e reduzido o risco desses trabalhadores, além de proteger os pobres canários. Porém, também não se trata apenas de risco. A detecção de cheiros extremamente fracos, muito além da capacidade do nariz humano, pode ajudar a indústria a melhorar produtos, desenvolver odores artificiais para alimentos e detectar a ação de bactérias, por exemplo. O Brasil é pioneiro na área de sensores aplicados à área alimentar, com a língua eletrônica desenvolvida por pesquisadores da EMBRAPA sendo um avanço tecnológico reconhecido em termos mundiais. Esses mesmos cientistas também já desenvolveram o seu nariz eletrônico, como já o fizeram inúmeros outros grupos de pesquisas ao redor do mundo. Como se trata de uma tecnologia já amplamente difundida, embora com diferentes graus de avanço, o anúncio feito na semana passada por pesquisadores do Instituto Nacional de Tecnologia e Padronização, dos Estados Unidos, à primeira vista não mereceria muito destaque: eles criaram um novo nariz eletrônico. Mas a trivialidade é apenas aparente. O que o físico Jun Ye criou é um nariz ótico. Ou seja, o equipamento não "sente", ele "vê" o cheiro.

As aplicações possíveis do nariz ótico são enormes, na indústria, na detecção de vazamentos, como sensor de segurança ou como unidade de monitoramento ambiental. De resto, seria um novo sentido muito útil, já que, se pudéssemos ver os cheiros à distância, não nos aproximaríamos do local se aquele cheiro em particular não nos agradasse. O nariz ótico é 1.000 vezes mais sensível do que qualquer outro sensor desse tipo já construído. Ele é capaz de detectar um único átomo (ou molécula) escondido entre 10 trilhões de outros átomos. A nova técnica de identificação de cheiros é resultado de anos de trabalho e condensa vários avanços tecnológicos anteriores. No aparelho, uma amostra de gás é colocada em uma cavidade ótica contendo dois espelhos de altíssima reflexibilidade. Um feixe de raio laser infravermelho é dirigido para o centro da cavidade, onde a luz se reflete várias vezes entre os dois espelhos. As repetidas reflexões aumentam o trajeto no qual a luz do laser interage com as moléculas do gás. Além disso, a freqüência do laser sofre variações rápidas e sistemáticas, permitindo que os cientistas observem "ruídos" gerados na onda original.     Cada variação sofrida pela onda de luz representa uma assinatura específica de um determinado elemento. Conhecendo as assinaturas de cada elemento, os cientistas podem determinar instantaneamente a presença ou não de determinada substância na amostra. A técnica permite a análise de amostras muito pequenas e a baixa pressão. Os cientistas estão lançando a empresa Vescent Photonics para comercializar a descoberta. Segundo eles, o equipamento poderá ser fabricado como uma unidade portátil, podendo ser levada facilmente aos locais de medição, ou ser utilizada como um sensor de segurança.

 

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